Comece pela distância de leitura
O código em um banner suspenso e o código em um impresso de mão não seguem as mesmas regras. Em peças maiores do estande, o visitante precisa de tamanho e contraste suficientes para escanear a alguns passos de distância. Em folhetos e displays de balcão, a questão é menos tamanho e mais se o código está ao lado da mensagem certa e se a pessoa certa o vê no momento certo.
Posições que normalmente performam melhor
- Displays de balcão onde um representante já despertou interesse.
- Materiais impressos que saem do estande com o visitante.
- Zonas dedicadas de produto, onde o código claramente pertence ao item demonstrado.
- Painéis voltados para a saída, para quem gostou do que viu, mas não parou tempo suficiente.
Pense em tráfego frio e quente
Um código em um banner alto geralmente fala com tráfego mais frio. Um código em um display de balcão ou em um material entregue pelo representante fala com tráfego mais quente, que já tem contexto. Isso importa porque tráfego frio costuma precisar de um destino mais amplo ou com menos atrito, enquanto tráfego quente pode ir direto para uma demo, ficha técnica ou fluxo de agendamento. Posicionamento e destino devem ser escolhidos juntos, não como decisões separadas de design.
Posições que muitas vezes ficam bonitas, mas rendem pouco
Banner muito alto, superfície brilhante, cantos visuais poluídos e códigos enterrados em layouts cheios normalmente decepcionam. O mesmo vale quando o código fica longe demais do CTA. Se o visitante precisa descobrir para que serve o código, a taxa de scan cai. A feira já é barulhenta e lotada o bastante. O posicionamento precisa reduzir ambiguidade, não adicionar mais uma camada dela.
Regras de impressão e material importam mais do que parece
Contraste, área de respiro e posicionamento previsível importam mais do que espremer decoração extra. Teste o código real no material real do estande antes do evento. Parede de tecido, suporte acrílico, placa de espuma e folheto dobrado se comportam de maneira diferente sob a iluminação do pavilhão. Brilho, dobras e ângulo de visão podem prejudicar a performance mesmo quando o design parecia bom na tela.
Não esqueça o momento de sair do estande
Alguns dos melhores posicionamentos de QR em feira não são os mais chamativos. Um folheto, cartão de produto ou painel voltado para a saída pode capturar intenção de pessoas interessadas, mas que não estavam prontas para parar. Esses posicionamentos muitas vezes geram acompanhamento melhor do que gráficos de alto tráfego, porque quem escaneia já se filtrou para um público mais relevante.
Use códigos separados por posição
Mesmo que o mesmo destino faça sentido em banners, balcões, folhetos e áreas de demo, use códigos QR dinâmicos separados. É assim que você aprende qual ativo do estande realmente mereceu espaço. Caso contrário, você só sabe que alguém escaneou em algum lugar, o que é bem menos útil quando for planejar o próximo evento.
Um código melhor posicionado não salva um destino fraco, mas evita desperdiçar interesse qualificado.
Crie seu código QR, depois use
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